| Carlos
Eduardo tira Gisele para dançar e, cinco anos mais tarde,
tornam - se marido e mulher.
Foi há cinco anos, depois de uma doença, ocorrida durante o
tradicional Baile do Rubi, realizado todos os anos pela FADI
(Faculdade de Direito) de Sorocaba, que nasceu o amor entre
o empresário Carlos Eduardo Pazotto Vacco, de 29 anos, e a
farmacêutica Gisele Klarosk Menezes, de 24. "Aliás, só
dançamos por insistência minha, pois na primeira tentativa
ela não tinha aceitado", lembra o noivo.
Carlos Eduardo e Gisele foram ao baile, em setembro de 2002,
a convite de amigos. Mas, o encontro quase não aconteceu,
porque ele havia desistido do programa. "Eu já tinha
comprado o convite, mas estava com muito trabalho acumulado.
Tinha resolvido que não iria sair naquela noite, mas minha
amiga acabou me convencendo", conta Carlos.
O casal trocou olhares já na van, que foi fretada por um
grupo de amigos para conduzi-los ao baile. Mas não houve
dialogo.
Como Carlos Eduardo já contou, primeiro ele levou um fora de
Gisele ao convidá-la para dançar. Depois, não só conseguiu o
que queria como também ainda mais um pouco: o primeiro beijo
aconteceu lá mesmo.
Cerca de um mês depois, eles se reencontraram na balada e
rolou um beijo. Depois disso, a vontade de estar juntos foi
crescendo, o que acabou virando namoro, noivado e, cinco
anos depois, o casamento, que aconteceu no último dia 13 de
outubro, no salão Cadoff, no Jardim Santa Rosália. "Neste
meio tempo, voltamos algumas vezes ao Baile do Rubi, pois é
um evento especial para nós", comenta Gisele.
A cerimônia e a festa, que aconteceram no mesmo local, foram
programados com 15 meses de antecedência. "Fizemos uma
planilha de gastos e prazos com toda programação do
casamento. Foi uma correria, mas deu tudo certo", conta
Gisele.
"Todos os detalhes da festa foi Gisele que escolheu. Aliás,
é sempre assim. A mulher escolhe e o homem paga", brinca
Carlos Eduardo.
O Buffet
Balaio serviu aos convidados um Coquetel seguido de um Jantar para 200
talheres |